Capítulo V – As antibíblicas “Só a Fé”, “Só a Bíblia” e “Livre interpretação” [Os dogmas protestantes]

“Ele (o protestante) não acredita, convencionalmente, no que a Bíblia diz, pela simples razão de que a Bíblia não diz nada. Você não pode colocar um livro no banco das testemunhas e perguntar o que ele quer dizer.”

(Chesterton)

Nosso povo é marcado pela fé, portanto, um povo crédulo, que acredita. Ocorre que a fé sem a caridade, sabedoria e humildade, não raro torna-se fanatismo, crendice e estupidez, por mais boa-fé que se tenha. Como exemplo, vejamos como Cristo responde à nada sábia e humilde boa-fé de Pedro: “Retira-te de mim, Satanás; tu serves-me de escândalo, porque não tens a sabedoria das coisas de Deus, mas das coisas dos homens” (Mt XVI, 23). Não será demais lembrar que Jesus referia-se aqui ao espírito maligno que acabara de dar umas baforadas nos ouvidos do apóstolo sugerindo-lhe uma “boa intenção” para com o Mestre, e isso logo após aquele ter permitido que o Espírito Santo o inspirasse a profissão de fé que lhe granjearia a “… chave do reino dos céus” (v. 18). Nesta mesma linha ensinará S. Paulo ao povo de Corinto: “Portanto, quem julga estar de pé, tome cuidado para não cair” (1 Cor X, 12). Algo a se ter em mente o tempo todo, todo o tempo, sobretudo aos que se con­sideram já salvos apenas por ter “aceitado Jesus”.

Um grande exemplo de fé sem caridade, sabedoria e humildade – se po­demos chamar tal atitude de fé – está em crenças do tipo sola scriptura que o homicida Lutero inventou (sim, o “reformador” também assassinou. E muitos. Inclusive protestantes, por não seguir a sua doutri­na [dele, Lutero], que como vimos considerava ser a mesma de Deus)[1].

O protestantismo possui três colunas principais de sustentação, que servirão de alicerce para o edifício[2] – que não se pode comparar a uma casa (Igreja), mas a um prédio com milhares de salas separadas (seitas), sem a união harmônica de seus cômodos –, todas criadas por Lutero para adaptar a Bí­blia ao seu pensamento e negar a autoridade da Igreja: 1ª. a sola fide (só a fé salva, sem as obras); 2ª. a sola scriptura (só as Escrituras; a Bíblia como única fonte de regra e de fé) e 3ª. a livre interpretação (cada crente pode e deve interpretar/exa­minar a Bíblia livremente, conforme creia, subjetivamente, que o Espírito Santo o ilumine). Ao analisar esta última, o faremos em união com a segunda. Quanto à primeira, sem comentários: para demonstrar sua incoerência bastará a reta leitura de Mt VII, 21 e Ap XXII, 12, associada ao mínimo de bom senso.

Com algumas perguntas simples o leitor poderá perceber os furos desta canoa. Peça a algum pastor para responder se não souber (previno que nestes últimos 500 anos ainda esperamos um que o faça):

  1.  “Onde está na Bíblia” que “só a Bíblia vale”?
  2.  “Onde está na Bíblia” que a Tradição Apostólica, ou dos Apóstolos, não vale?
  3.  “Onde está na Bíblia” a relação (o cânon) dos livros inspirados, pois se só vale o que “está na Bíblia” (princípio da sola scriptura) esta relação deveria estar nela, não concorda?

Enquanto se procura, vamos em frente.

Como as heresias se interligam a exemplo das salas de um edifício, Lutero ainda conseguiu (1500 anos depois de Cristo!) unir à sola scriptura outro sofisma, o de que cada crente poderia examinar livremente as Escrituras, inventando as­sim a livre interpretação (ou exame) da Bíblia[3], delírio responsável pelas mais de 38.000 (TRINTA E OITO MIL) seitas existentes no mundo[4]. A questão prin­cipal, contudo, permanece a mesma da sola scriptura ou da sola fide: “onde está na Bíblia” que cada um pode interpretar livre ou pessoalmente as Escrituras? Se encontrarmos tal passagem poderá se afirmar que o Espírito Santo é seu autor, mas se não, teremos todo o direito de perguntar que espírito terá sido o soprador de tal doutrina.

Como nenhum versículo bíblico pode contradizer outro, bastariam somente os ensinados pelo primeiro papa da Igreja em sua segunda epístola. Iniciando a mesma (I, 20s) S. Pedro alerta e previne, dog­maticamente: “… atendendo antes de tudo a isto: que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação particular. Porque a profecia nunca foi dada pela vontade dos homens, mas os homens santos de Deus (é que) falaram inspirados pelo Espírito Santo”; o que seria impossível em casos como o dos senhores pastores Paulo An­drade-sem-pecados ou Valdevino Coelho, a Sumidade: nestes casos estaria o Espírito Santo advogando contra Si. Como entender então as palavras do Apóstolo? S. Pedro mesmo as esclarece adiante (III, 15s): “E crede que a longanimidade do Nosso Senhor é para vossa salvação, conforme também nosso irmão caríssimo Paulo vos escre­veu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, como também (faz) em todas as suas cartas, em que fala disto, nas quais há algumas coisas difíceis de entender, que os in­doutos e inconstantes (na fé) adulteram, como também as outras Escrituras, para sua própria perdição”. Não será difícil compreender. Então, vejamos: a Palavra de Deus é o conjunto de escritos mais sublime que existe sobre a face da Terra e revela a infinita sabedoria do Criador. Por isso nos diz o livro de Provérbios: “A glória de Deus está em encobrir a pala­vra, e a glória dos Reis é investigar o discurso” (XXV, 2). Para investigar o discurso da Bíblia, desvendar seus mistérios encobertos, Deus Pai escolheu e capacitou no Antigo Testamento os profetas, escribas, reis e doutores da Lei. Jesus Cristo (Deus Filho), da mesma forma o faz no Novo com os apóstolos e evangelistas; por fim, o Espírito Santo (através da Igreja, que recebeu o poder de ligar e desligar – cf. Mt XVI, 18s; XVIII, 18 e 1 Tim III, 15) o seguiu fazendo com os papas, doutores, santos e teólogos. Achar, portanto, que qualquer um pode interpretar a Bíblia não passará de soberba disfarçada. Se Deus escolheu somente alguns para este serviço (cf. 1 Cor XII, 7-11.28ss; Efe IV, 10-16), como querer que todos o façam? E mais: se todos pudessem interpretar as Escrituras, qual a necessidade de teólogos, doutores e mestres da fé? qual a necessidade, ainda, de pastores? E por que Cristo diria aos apóstolos: “Ide e ensinai…” (Mt XXVIII, 19s), não estendendo ao povo a leitura, interpretação e ensino da Bíblia, mas ordenando a submissão a um corpo docente, portanto, a um magisté­rio que ensina, tal como nos confirma o mesmo S. Paulo: “Obedecei aos vossos superiores e sede-lhes sujeitos, porque velam pelas vossas almas, como quem há de dar conta delas, para que façam isto com alegria, e não gemendo, o que não vos seria vantajoso.” (Heb XIII, 17)?

Logo… Exato: se todos tivessem o privilégio de interpretar a Bíblia (e ainda, se “placa de igreja não salva ninguém”[5]), sejamos honestos mais uma vez porque nunca será demais: para que pertencer a uma igreja? Se se acredita de verdade na sola scriptura, no livre exame, na sola fide e na “placa de igreja…” que necessidade há de passar horas dentro de uma ouvindo um homem de carne como nós? É curioso notar como os protestantes não percebem que quando se vai a qualquer culto lá não se vai para ouvir a “palavra de Deus”, porque, como apontou Chesterton no dístico desta questão, a “palavra de Deus” não fala: ela é um livro, portanto, um objeto. Lá se vai é para ver e ouvir alguém interpretando o que está na Bíblia – que por sua vez não encerra toda a Palavra de Deus, como brilhantemente nos demonstra Dom José Francisco Falcão de Barros em seu “Curso Bíblico”[6]. E isso – o de ir ao culto para ouvir o pastor-intérprete – por si é contraditório com a própria doutrina do livre exame que pregam. Ocorre que tal intérprete, se for a única Igreja de Cristo com seus legítimos pastores pregando sua verdadeira doutrina (o que tratarei mais à frente), estará ensinando – como mandou Jesus – a verdade. Esta verdade au­xiliará o ouvinte a se manter no bom caminho, pronto para quando ouvir a voz do Supremo Pastor. Se não, estará em maus lençóis, pois será obrigado a dar ouvidos a intérpretes que ao mesmo tempo em que mandam seus fiéis pedir a “direção do Espírito” para interpretar sua bíblia dizendo que o crente tem direito ao livre exame, querem de todo jeito (e com muito jeito) empurrar a sua inter­pretação insinuando ser esta o ensinamento da igreja[7]. Mas qual igreja, se em uma mesma denominação encontramos mais de 30 subdivisões como é o caso das “Assembleias de Deus”, interpretando diferentemente suas bíblias? Sem mencionar que o protestante passará toda a vida desfalcado não de sete le­tras, palavras, frases ou parágrafos, mas de sete livros bíblicos, e ainda de trechos importantes de outros dois (tratados no próximo capítulo). Acrescente-se a isto as más e deturpadas traduções feitas desde o primeiro protestante[8].

A diferença entre as seitas e a Igreja é que quando vamos à segunda, vamos para ouvir a Igreja porque assim mandou Nosso Senhor[9]. Caso um padre ou um bispo ensinem em contradição com a Sagrada Escritura, a Tradição Apostólica e o Magistério Eclesiástico, o fiel católico não estará desamparado, pois existe uma doutrina falando “uma mesma língua” em todo o mundo por dois milênios e que ninguém, nem mesmo um Papa pode adulterar[10]. Caso ocorra, nenhum católico em sã consciência será obrigado a guiar-se por tal adulteração, que no momento oportuno receberá o anátema de um Pontífice posterior, tendo seus responsáveis que responder perante a Igreja e perante Deus. Portanto, a pessoa que tiver retidão e desejo da verdade poderá ir à busca de um ensino correto, pedindo a Deus que lhe aponte o caminho. Encontrará então leituras e pessoas que ensinarão a doutrina bimi­lenar, que não muda com o tempo e com o vento, posto que a doutrina de Cristo, como o mesmo Cristo, não pode mudar. Podemos ainda comparar esta doutrina imutável com a passagem que diz ser ela “… semelhante a um pai de família, que tira do seu tesouro coisas novas e velhas” (Mt XIII, 52), não podendo a verdade ser classificada como coisa atual ou antiquada. O tesouro é o mesmo, não muda. Ocorre que cada vez que precisamos dele – e sempre precisamos –, se a intenção é reta aprenderemos cada vez mais coisas novas e as velhas serão reaprendidas, ou melhor assimiladas, mas tudo tirado de um único e mesmo tesouro imutável. O baú onde o encontramos é a Igreja, que (mais uma vez) tem de ser única[11], do contrário tal tesouro teria de estar dividido, não contendo assim toda a rique­za e perfeição que possui quando unido em um só lugar. E neste caso, como na criança do livro dos Reis[12], sempre que se divide destrói, enfraquece, mata, entrando em contradição com as palavras mesmas de Cristo: “… que sejam um…”.

Por fim, a toda pessoa de boa-fé deve ficar claro que quando, sob a luz do Espírito Santo S. João diz: “Muitas outras coisas há que fêz Jesus, as quais, se se escrevessem uma por uma, creio que nem no mundo todo poderiam caber os livros que seria preciso escrever” (Jo XXI, 25); quando S. Paulo manda: “Permanecei, pois, constantes, irmãos, e conservai as tradições que aprendestes, ou por nossas palavras, ou por nossa carta” (2 Tess II, 14); e quando S. Pedro adverte que “…nenhuma profecia da Escritura é de interpretação particular…”, eles (e com eles a Bíblia) estão condenando jus­tamente a sola scriptura e o livre exame protestantes.

Todo o dito acima não exclui a possibilidade de se pedir com humildade que pela leitura bíblica Deus nos conceda o discernimento de algo referente à nossa vida ou à de nossa família, o que difere completamente de querer interpretar a Bíblia para toda a igreja – ou mesmo para qualquer pessoa –, sem autoridade e autorização, apenas achando que o Espírito Santo o iluminou. Graças a estes iluminados tantas almas se encaminham rumo à escuridão infernal[13].

Um exemplo tragicômico

Há alguns anos foi noticiado pela televisão um insólito caso que ilustra tragicamente o problema do livre exame protestante[14]. Para ele pedimos a licença de uma narrativa apropriada a casos assim: Um homem semianalfabeto deu de abrir (mais) uma seita. Sabe-se lá cargas d’água o que deu na cabeça do sujeito. Sua profissão era a de pedreiro. Para o seu bem, da família e da vizinhança de­veria ter continuado honesta e dignamente com o seu trabalho. Mas, quis virar pastor. Para encurtar a (triste) história o tal homem, semianalfabeto, após passar despercebido (sic!) por um acento, transformando adjetivo em verbo, achou de adulterar com a vizinha. É que “adúltera” para ele virou “adultera”, não se furtan­do em responsabilizar a Deus e à Bíblia em sua ilusão de ótica.

O quadro triangular estava formado: ele afirmando que haviam entrado em oração para pedir a “direção do Espírito”; ela dizendo que depois das “revelações” que vinha tendo em sonhos não teve pra onde correr (valei-nos S. José! Do Egito e de Nazaré); e o ma­rido declarando que se era vontade de Deus, bola pra frente, fazer o quê? Só a mulher do pastor não entrou no imbróglio teológico-ortográfico: um quadrado amoroso talvez fosse de­mais. Moral da história: em sopa de letras de vizinhas não se assopram acentos.

E para a vizinha em questão, que afirmou na reportagem ter sido Deus quem a “levou a fazer isso”, lamentamos informar que Deus não costuma man­dar ninguém fazer o que Ele mesmo proíbe que se faça, especialmente se tal proibição “está na Bíblia”. Talvez as revelações tenham esquecido de revelar que Deus jamais se contradiz, e que com Ele e sua Palavra não se brinca.

Não é de se admirar que estas e tantas outras pessoas de boa-fé se deixem ilu­dir, enganar, roubar, trapacear e envolver pelos falsos pastores, bispos, apóstolos, profetas e eteceteras, “… visto que o próprio Satanás se transforma em anjo de luz. Não é, pois, muito que os seus ministros se transformem em ministros de justi­ça; mas o seu fim será segundo as suas obras.” (1 Cor XI, 14s). Note-se que o Apóstolo fala em “ministros de Satanás” muito bem disfarçados de “ministros de justiça”.

Até aqui, outro triste exemplo de uma má doutrina, que por ser má, por suposto não pode vir de Deus.

Entre as piores desgraças da vida sem dúvida se encontra esta: envelhecer infante. Por isso S.S Bento XVI em muitos discursos que proferiu pelo mundo insis­tia em uma questão fundamental nesses tempos de fábulas e ilusões. Dizia o Santo Padre que a fé da sociedade moderna é de uma espantosa imaturidade e que, portanto, com a devida urgência necessita atingir um grau de amadurecimento que permi­ta sair do estado de infantilidade espiritual (cf. 1 Cor III, 1ss). O alerta da necessidade de se amadurecer na fé a fim de não ficar à mercê dos lobos em pele de cordeiro já havia sido dado há quase dois mil anos por seu primeiro antecessor: “E muitos segui­rão as suas dissoluções, por causa dos quais será blasfemado o caminho da verdade; e por avareza, com palavras fingidas, farão negócio de vós; mas a sua condenação já desde há muito… não repousa; e a sua perdição não dorme” (2 Pe II, 2s). Não nos acomodemos, porém, na ilusão de que tal condenação se limite apenas aos enganadores…

 

Em tempo: curioso observar que tais doutrinas se tornaram para os protestantes o mesmo que condenam no catolicismo: dogmas. A este respeito será também S. Agosti­nho, bispo, doutor e santo, quem muito perspicazmente dirá: “Eu não acreditaria no Evangelho, se a isto não me levasse a autoridade da Igreja Católica”. Prepotência? Não, lógica e coerência. Afinal, já nos perguntamos quem reuniu os 45 livros do Antigo e os 27 do Novo Testamento, traduziu dos originais hebraico, aramaico e grego para o latim, dividiu em capítulos e versículos, e decretou: estes livros – e não outros – são a Palavra de Deus?[15].


NOTAS

[1] Fontes: “Martinho Lutero: Aspectos de um herege” (www.padremarcelotenorio.com). E https://afeexplicada.wordpress.com/2011/11/15/na-verdade-quem-foi-martinho-lutero/. Acesso em 15/02/2015.

[2] Aqui não se trata das “cinco solas”: sola fide, sola scriptura, solo Christus, sola gratia, soli Deo gloria.

[3] Note-se que nem o cisma ortodoxo, a primeira grande divisão sofrida pela Igreja 500 anos antes do protestantismo, se atreveu a dizer que os homens eram livres para interpretar as Sagradas Escri­turas.

[4] Ver nota 4, cap. II.

[5] Ver capítulo II.

[6] Aulas 01 e 02 (dis­ponível em: https://youtu.be/kmK0xwmksJY e https://youtu.be/mSDw5_XZ1DA. Acesso em 13/06/2016).

[7] O que podemos testemunhar quando um membro não aceita a interpretação do pastor. Neste caso ou ele é convidado a rever os seus conceitos, ou é disciplinado, ou é suspenso ou mesmo expulso. Se tal membro não esperar o “convite” e sair por conta, há duas possibilidades: caso não seja soberbo ou malicioso ficará pulando de galho em galho; se for, abrirá sua própria seita, não sem antes prevenir-se fazendo um cursinho de teologia ou arranjando um “diploma” que lhe permita autointitular-se pastor; tudo pela “direção do espírito” (ver abaixo: Um exemplo tragicômico).  

[8] O primeiro a adulterar uma Bíblia foi Lutero em sua tradução para o alemão. Sobre isto falarei no próximo capítulo.  

[9] Cf. Mt X, 40; XXVIII, 18ss e Lc X, 16.

[10] Cf. Gal I, 6-9.

[11] Ver capítulo I.

[12] Ver capítulo II.

[13] O problema aqui é que graças ao subjetivismo e sentimentalismo abundantes nas seitas especialmente de tipo pente­costal e no mundo moderno, o discernimento, filho da Sabedoria e da Ciência, fica compro­metido, tornando arriscado este tipo de “sinal” pedido a Deus, não por incapacidade Sua de conceder, mas por incapacidade nossa de discernir. Sobre isto tratarei mais a frente ao falar da oração.

[14] Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=BxoDNekQT34 (Acesso em 01/08/2017).

[15] A Igreja é acusada de acrescentar palavras e livros na e da Bíblia, quando a verdade dos fatos é justamente o contrário. É sobre o que será tratado no próximo capítulo.

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