Hashishin Gnósticos

Por Airton Vieira

No tempo dos Cruzados, os fanáticos muçulmanos ismaelitas, que se formaram em quadrilhas, para assassinar os cristãos e outros inimigos da sua fé, costumavam fumar o “hashish”, e sob a influência da droga cometiam os seus ataques.

Um consumidor de “hashish” era um “hashishi”, e, no plural, “hashishin”, nome porque eram conhecidos os membros dessas quadrilhas.

(Inácio Steinhardt)

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Venezuela: as igrejas não têm hóstias para a Comunhão

Por Corrispondenza Romana

Tradução de Airton Vieira

Nota do tradutor: Conheço um pouco a realidade venezuelana, ao menos a da fronteira com o Brasil. Há pelo menos quatro anos vem se noticiando a questão da falta de trigo para hóstias na Venezuela. Não somente o Vaticano tinha conhecimento, como, antes, o ex Núncio atual Secretário de Estado e, antes deste, os bispos locais, por seu turno alertados por seus sacerdotes. O texto fala de uma penúria material (pão) seguida da espiritual (Palavra de Deus). Penso que seja o contrário. Há muito a Venezuela padece da fome do Pão do Céu em sentido latu, agravada, como bem salienta o texto, pelas muitas flechadas lançadas contra o Coração de Maria no intuito de repeli-la. Mas não se pense que a estratégia diabólica se restringirá à Venezuela. Procuramos fazer com que haja um compadecimento um tanto sentimental e pouco racional pelos famintos de pão. Há quanto tempo os famintos da Palavra de Deus não perambulam, não somente pelas ruas da Venezuela, mas pelos cantos mais fartos luxuosos do mundo, sem que haja, não digo nem projeção midiática, mas clamor ao céus? Como dizem os irmãos hispânicos: “Ojo! Hermanos, ojo!”

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Estranha-me católicos seguidores de mitos

Airton Vieira

(tonvi68@gmail.com)

 Permitam-me um pequeno desenrolar de uma ideia anterior[1], ainda que sob o risco de sofrer o mesmo destino do protomártir, sem a vantagem de seus méritos. E com isto pretendo encerrar esta minha espécie de óbolos, que já são bem escassos.

*

Falava àquela ocasião do grande risco que corremos nestes tempos em que a sã doutrina já virou conto de fadas (cf. 2 Tim IV, 1-4), e isso à quase totalidade dos católicos. Tamanha a decadência, que os ídolos já se elevam aos cumes com direito à manchetes de jornais, horários nobres e superproduções. Daí a gravidade, para ficar em nosso contexto nacional hodierno, das afirmações megalomaníacas do anteriormente mencionado ex presidente[2], que segue falando, agora pela boca de seus adestrados psitaciformes e office boys, ou torcedores internacionais do mesmo time. Em uma ponta. Em outra, temos uma categoria de católicos que, ao modo de uma arquibancada de tênis-de-mesa, vão movendo-se ao ritmo a bola arremessada, para lá e para cá. Nada além de mais do mesmo. Continuar lendo

500 anos de Reforma: um brinde!(?) – Epílogo

Caro leitor, se você, não sendo católico chegou até aqui, passando por toda a via crucis deste livro, permita partilhar minha felicidade movida por três razões.

A primeira, porque independentemente de suas motivações foi preciso travar uma luta constante ao menos contra a ignorância, a soberba, a malícia e a covardia, o que não é tarefa fácil. Como de Deus procede o querer e o executar (cf. Fil II, 13), graças sejam dadas a Nosso Senhor Jesus Cristo por sua perseverança, e grato por permitir a atuação da Graça.

A segunda, porque se a intenção que o moveu a esta leitura for reta, não resta dúvida de que o bom Deus, pelas mãos amorosas de Sua e nossa Mãe, o guiará para ou de volta à Casa Paterna (cf. Lc XV, 11-24).

A terceira, porque ainda que a intenção tenha sido a de contestar, isto só poderá ocorrer pelo estudo sério e desapaixonado, ou simplesmente pelo uso da razão, acima e além das emoções e dos sentimentos, uma vez que Deus não se importa com tais coisas: Ele se importa com a nossa salvação. Continuar lendo